1. Introdução

O diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (embora muito diferente do atual) surgiu em 1943. Apesar da lentidão em o diagnóstico “pegar” e os médicos conhecerem e realmente diagnosticarem as pessoas com características condizentes com a condição, o que ainda é um problema grave, existem inúmeras pessoas diagnosticadas com autismo que já passam da adolescência e precisam de serviços voltados para esta nova fase: a vida adulta.

É por este motivo que criamos o Seminário de Autismo na Vida Adulta, cuja primeira edição ocorreu em São Paulo em Agosto de 2018 e cuja segunda edição está já marcada para 19 e 20 de outubro de 2019, também em São Paulo, com palestrantes das mais diversas áreas de atuação (Veja o evento AQUI) e por isso que gostaríamos de refletir sobre este assunto.

  1. Áreas especiais

A produção de conhecimento para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com autismo atende à prioridade das crianças, pois a consideração que se faz é que é nesta faixa que os resultados são mais expressivos.